quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Babantes!!!




Nada melhor do que a junção da arte e da técnica, não? Ou seja: uma peça ser usável e ter o diferencial de ser feita pelas mão de um artista plático. No caso, hoje, Roxanne Duchini . Roxanne, como se lê por ai, "é multicultural de nascimento: filha de pais argentinos, de família italiana, nascida em Nova Iorque. Estudou artes plásticas em Buenos Aires e, nos anos 80, estudou design na Parson em NY. Seu trabalho de hoje reflete sua paixão pelas peças únicas, misturando tecidos étnicos, vintage, sedas coloridas, linhos em tons naturais". O que se sabe, na prática, é que ela faz mágica com retalhos, geralmente de sedas.
E assina  a nova Coleção Tramas, recém lançada pela Bertolucci. São pendentes, abajures e torres que vêm com seu toque original. E uma bela parceria: o design é da Oficina Bertoluci e a cúpula de Roxanne, trançadas ,uma a uma, com seda , um trançado propositalmente irregular, com espaços abertos, paraque a lâmpada colocada dentro da cúpula produza frestas de luz.
E cada pela com sua" mistura original": no Tramas Pendente Pequeno,  a estrutura é em alumínio fosco, fechamento em vidro temperado fosco e cúpula de barbante de algodão azul petróleo e sedas nas cores ocre, preto, verde água e vermelho.  No Tramas Abajur , estrutura cromada e cúpula trançada com barbante de algodão cinza e sedas nas cores azul, prata, preto, púrpura e verde água.E na Tramas Coluna estrutura em latão cromado e cúpula trançada com barbante de algodão marrom café e sedas nas cores azul, púrpura, roxo e tabaco.
 Mas nosso encanto pelas peças de "La Duchini" não param por ai: para a Dpot,  lançou com exclusividade uma série de cadeiras e poltronas, às quais chamou de Pajaros Amazônicos, que traz todo o  vigor da trama dos tecidos, vibrantes e coloridos como a plumagem dos pássaros
que a inspiraram.





E para a Safira Sedas, o mesmo vigor aparece em mantas feitas à mão pela artista plástica tricotadas em cores diversas a partir de fitas criadas com retalhos de suas sedas.




É ou não é de babar?


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